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Luciana Santos Marques

Atualizado em 03/07/17 11:25.

 

REFERÊNCIA: MARQUES, Luciana Santos. A CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE PROFISSIONAL E AS RELAÇÕES INTERPESSOAIS NO ESPAÇO DE TRABALHO: O OLHAR DO GESTOR DA EDUCAÇÃO. 2015. 149 f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal de Goiás, 2015.

 

AUTOR: Luciana Santos Marques
TÍTULO: A CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE PROFISSIONAL E AS RELAÇÕES INTERPESSOAIS NO ESPAÇO DE TRABALHO: O OLHAR DO GESTOR DA EDUCAÇÃO
ORIENTADOR: Profa. Dra. Neuda Alves do Lago
ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: Educação
LINHA DE PESQUISA: N/I
DATA DE DEFESA: 10/08/2015

 

RESUMO:
Proponho nesta pesquisa desvelar minúcias da constituição da identidade profissional de 10 (dez) gestores da educação e suas relações interpessoais no espaço escolar, sob o ponto de vista dos mesmos. Todos os gestores participantes estão inseridos no espaço de Escolas Públicas Municipais de Educação, de uma cidade do interior de Goiás, constituídas em ambientes como creches e escolas de ensino fundamental I e II, assumindo funções na direção ou na coordenação escolar. Delineei como objetivo investigar a constituição da identidade profissional e as relações interpessoais do gestor da educação no espaço de trabalho, sob o olhar do gestor. Este estudo aborda distintos enfoques metodológicos, dentre eles, o Paradigma Fenomenológico de pesquisa em educação, que dará sustentação a esta pesquisa, integrado, articulado e relacionado entre si com estudos do campo teórico- prático das Habilidades Sociais, a Teoria de Linguagem, em consonância com as abordagens de análise qualitativa e quantitativa, abordando distintos teóricos. Um estudo que contempla demandas da área da Psicologia Social e da Linguística, considerando as múltiplas abordagens que configuram o campo científico em uma visão avessa à homogeneização. A coleta de dados foi resultado de questionários com questões fechadas e abertas, transcrições de entrevista áudio-gravada e de informações do histórico dos gestores, descritas por meio de narrativa. A partir do uso de instrumentos, como o IHS, e do exercício de auto-questionar, promovido pelos diversos instrumentos para coleta de dados, na dinâmica ofertada, ao proceder ao círculo hermenêutico, à compreensão dos gestores a respeito de si foi ampliando-se e gerando novas reflexões e percepções. Os dados do estudo revelaram que: a) os participantes não estão acostumados ao exercício reflexivo de auto-avaliação, no que diz respeito ao resgate de suas memórias e dos aspectos relacionados à constituição identitária profissional e de suas relações interpessoais. Verifiquei a princípio que: b) a percepção dos gestores em relação à constuição de sua identidade profissional e das relações interpessoais no espaço de trabalho era muito restrita. A partir do uso de instrumentos, como o IHS, e do exercício de auto- questionar, promovido pelos diversos instrumentos para coleta de dados, na dinâmica ofertada, ao proceder ao círculo hermenêutico: c) à compreensão dos gestores a respeito de si foi se ampliando e gerando novas reflexões e percepções. O fato de deixá-los à vontade para expressarem suas apreensões, a ponto de descreverem os elementos que os compõem e que identificam suas subjetividades foi revelador e libertador. Sugiro, como uma provocação, ao educador que atua na área de gestão, fomentar o pensar em sua prática cotidiana, uma atividade própria, diária, de ação-reflexão. Um exercício intelectual possibilitado pelo texto científico.

 

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