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Vitalino Garcia Oliveira

Atualizado em 03/07/17 11:28.

 

REFERÊNCIA: OLIVEIRA, Vitalino Garcia. INGLÊS COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA E A PEDAGOGIA CRÍTICA: REPENSANDO O ENSINO E A APRENDIZAGEM NO SÉCULO XXI. 2015. 1-130 f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal de Goiás, 2015.
 
AUTOR: Vitalino Garcia Oliveira
TÍTULO: INGLÊS COMO LÍNGUA ESTRANGEIRA E A PEDAGOGIA CRÍTICA: REPENSANDO O ENSINO E A APRENDIZAGEM NO SÉCULO XXI
ORIENTADOR: Profa. Dra. Neuda Alves do Lago
ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: Educação
LINHA DE PESQUISA: N/I
DATA DE DEFESA: 31/08/2015

 

RESUMO:
Esta pesquisa teve como referencial teórico a Pedagogia Crítica, que se fundamenta nos seguintes princípios: educação e ensino de língua inglesa como um ato ético, político e libertário; e aprendizagem de língua inglesa como ferramenta de transformação da sociedade contemporânea (injusta e desigual) numa sociedade mais humana e ética, desprovida de preconceitos. Além disso, aspectos ligados à formação inicial e continuada do professor, assim como suas crenças em relação ao ensino-aprendizagem de Língua Inglesa e identidade foram também contemplados. As participantes foram quatro professoras de língua inglesa do ensino fundamental 2 da rede municipal de Jataí, GO), matriculadas em um curso de formação continuada intitulado Teaching Up. O objetivo geral da referida pesquisa foi verificar se essas professoras utilizam a pedagogia crítica em sua prática docente, enquanto os específicos foram: averiguar o conhecimento das professoras acerca das possibilidades de aplicação dos princípios da Pedagogia Crítica ao ensino de inglês como Língua Estrangeira; investigar se elas se concebem como professoras críticas em relação à disciplina que ministram; verificar a possível aplicação da Pedagogia Crítica na prática das professoras participantes. Esta pesquisa se enquadra no paradigma qualitativo-interpretativista, cuja modalidade é o estudo de caso. Para a coleta dos dados, foram utilizados questionário, narrativa, entrevista semi-estruturada, observação direta com anotações de campo do observador e gravação de aulas em vídeo. Os resultados apontam para o fato de as professoras-participantes, via de regra, terem afirmado possuir crenças bastante positivas e em consonância com as novas tendências do ensino de inglês como Língua Estrangeira, tais como: a responsabilidade pela aprendizagem não é apenas do professor e do aluno, mas de ambos; o livro didático não é indispensável para o ensino/aprendizagem de inglês numa perspectiva crítica, dentre outras. Em relação à práxis pedagógica, as professoras-participantes mostraram estar em diferentes estágios no que se refere aos conhecimentos didático- pedagógicos e linguísticos relacionados à língua que ensinam. A propensão à educação monológica de algumas das participantes realçou a necessidade e a importância de cursos de formação continuada para o aprimoramento profissional dos docentes.

 

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