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Tauã Carvalho de Assis

Atualizado em 03/07/17 12:28.

REFERÊNCIA: ASSIS, Tauã Carvalho De. UM ESTUDO SOBRE A AFETIVIDADE NA ESCOLA PÚBLICA DE TEMPO INTEGRAL: A PERCEPÇÃO DOS SUJEITOS APRENDENTES. 2016. 145 f. Universidade Federal de Goiás, 2016.

AUTOR: Tauã Carvalho de Assis
TÍTULO: UM ESTUDO SOBRE A AFETIVIDADE NA ESCOLA PÚBLICA DE TEMPO INTEGRAL: A PERCEPÇÃO DOS SUJEITOS APRENDENTES
ORIENTADOR: Profa. Dra. Neuda Alves do Lago
ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: Educação
LINHA DE PESQUISA: Cultura e Processos de Ensino e Aprendizagem
DATA DE DEFESA: 02/02/2016

RESUMO:
Neste trabalho, investigamos as reações afetivas de vinte e três crianças, do 3º ao 5º ano do ensino fundamental, de uma escola pública de Jataí-Goiás, que oferta a possibilidade do tempo integral aos alunos por meio da estratégia do governo federal intitulada de Programa Mais Educação. Especificamente, buscamos compreender como as crianças, alunas da escola-alvo, reagiam afetivamente frente (a) à ampliação de sua jornada escolar de quatro para sete horas diárias; (b) à inserção de novas atividades de caráter artístico, cultural e esportivo no espaço escolar; e (c) à introdução de novos sujeitos ensinantes, os monitores, na escola. Utilizamos, tanto na coleta quanto na análise dos dados, métodos qualitativos e interpretativos de pesquisa. Os instrumentos de coleta de dados se consistiram em questionário, entrevista e observação de campo. Fizemos, ainda, uso de alguns dados quantitativos, majoritariamente em quadros e gráficos, a fim de ilustrarmos as respostas e as reações afetivas das crianças às nossas perguntas de pesquisa. Como referencial teórico desta pesquisa, apoiamo-nos essencialmente nos estudos psicogenéticos de Henri Wallon. A partir de sua Teoria da Pessoa Completa, bem como de sua compreensão da afetividade humana e de suas manifestações é que projetamos este estudo. Para este teórico, existe uma forte relação de interdependência entre afetividade e aprendizagem. Por meio da pesquisa etnográfica com crianças participantes do Programa Mais Educação na escola-alvo, de janeiro a junho de 2015, e do aporte teórico walloniano, demonstramos que a afetividade se faz componente intrínseco na relação do sujeito aprendente com a estratégia estudada. De tal modo, confirmamos que a afetividade, podendo de formas gerais, ser expressa em tonalidades agradáveis ou desagradáveis, direcionou a reação dos alunos, sujeitos desta pesquisa, ao Programa Mais Educação. Os resultados desta investigação nos permitem (re)afirmar a relação indissociável entre afetividade e aprendizagem na escola e nos processos de ensino e aprendizagem. Pudemos perceber ainda, a existência de respostas afetivas duplamente orientadas, em outras palavras, interdependentes.

 

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