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Thiago Oliveira Lima

Atualizado em 03/07/17 12:31.

REFERÊNCIA: LIMA, Thiago Oliveira. ESTUDO DE CONCEPÇÕES E PRÁTICAS AVALIATIVAS DOS PROFESSORES DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS NAS AULAS DE EXPERIMENTAÇÃO. 2016. 84 f. Universidade Federal de Goiás, 2016.

AUTOR: Thiago Oliveira Lima
TÍTULO: ESTUDO DE CONCEPÇÕES E PRÁTICAS AVALIATIVAS DOS PROFESSORES DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS NAS AULAS DE EXPERIMENTAÇÃO
ORIENTADOR: Prof. Dr. Wesley Fernandes Vaz
ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: Educação
LINHA DE PESQUISA: N/I
DATA DE DEFESA: 31/10/2016

RESUMO:
Pesquisamos a prática avaliativa dos professores dos cursos de licenciatura em Ciências, Biologia, Física e Química, da Universidade Federal de Goiás - Regional Jataí, especificadamente nas aulas experimentais. Objetivamos analisar e discutir como se dá o processo de avaliação nas aulas de experimentação, levantando as concepções dos alunos e dos professores. Também compreender os métodos e os instrumentos que os professores utilizam nas aulas práticas nos laboratórios de Ciências para avaliar a aprendizagem de seus alunos. A pesquisa configura-se como qualitativo-quantitativa e um estudo de caso. Depois de um exaustivo levantamento da literatura, fizemos uso de questionários aplicados aos alunos, que nos permitiram observar a insatisfação e as críticas do processo avaliativo, e compreender os anseios desses alunos por uma prática mais abrangente, flexível e realista. Percebemos, principalmente, que há muita dificuldade com a transparência dos critérios de avaliação dos professores, as aulas teóricas e as aulas práticas estão separadas por um abismo que condiciona os alunos a vê-las de forma dicotômica, os instrumentos avaliativos estão sendo pouco explorados, muito formatados e engessados, e o aluno anseia por um número maior de avaliações e pelo uso de mais instrumentos avaliativos, especialmente os que envolvam seu senso crítico, sua participação, sua capacidade e sua criatividade. Já os professores, por meio de entrevistas, apontaram as dificuldades com turmas numerosas, falta de estrutura e ausência de orientações institucionais quanto a métodos e práticas avaliativas. Insistem em concepções tradicionais de avaliação e não se utilizam de instrumentos factuais de observação e instrumentos mais subjetivos de avaliação. Os que possuem uma prática avaliativa mais aberta, flexiva e discutida se aproximam de uma concepção mais progressista e desejada, já os que insistem numa prática avaliativa retrógrada, positivista e exclusivamente tradicional são criticados não só pelos alunos como também pela literatura.

 

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