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Wesley Silva Mauerverck

Atualizado em 03/07/17 12:37.

REFERÊNCIA: MAUERVERCK, Wesley Silva. INTEGRAÇÃO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS COM A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: NOVA INSTITUCIONALIDADE NA EDUCAÇÃO BÁSICA BRASILEIRA. 2016. 117 f. Universidade Federal de Goiás, 2016.

AUTOR: Wesley Silva Mauerverck
TÍTULO: INTEGRAÇÃO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS COM A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: NOVA INSTITUCIONALIDADE NA EDUCAÇÃO BÁSICA BRASILEIRA
ORIENTADOR: Prof. Dra. Cátia Regina Assis Almeida Leal
ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: Educação
LINHA DE PESQUISA: Cultura e Processos de Ensino e Aprendizagem
DATA DE DEFESA: N/I

RESUMO:
A questão fundamental que orientou este trabalho foi a compreensão dos propósitos políticos ideológicos do Estado ao institucionalizar uma nova modalidade de escolarização básica de jovens e adultos vinculada com a educação profissional, em uma sociedade, cujo modo de produção é capitalista. Compreender as intencionalidades da EJA deste percurso e os motivos de sua vinculação torna-se uma necessidade, na medida em que permite a apreensão da disputa hegemônica desse campo social que é a Educação de Jovens e Adultos. Dessa forma, este trabalho tem como objetivos específicos: elencar e descrever o aparato legal da escolarização de jovens e adultos nos períodos Imperial, republicanos e ditatoriais do Brasil (1966-2016); analisar a finalidade da institucionalização da vinculação da EJA com a Educação Profissional. O caminho teórico metodológico embasa-se no método materialismo histórico-dialético para investigação e exposição do objeto. Na investigação realizou-se uma pesquisa documental das normativas oficiais que tratam da EJA e de sua vinculação com a Educação Profissional nos períodos de 1966 a 2016, uma pesquisa bibliográfica para contextualização e análise dos dados. Os dados encontrados evidenciam uma crescente ramificação e diferenciação das políticas públicas de EJA. Os tipos e modelos de escola voltadas para este público forma transformadas. Primeiramente, com programas de alfabetização, depois uma modalidade de âmbito geral e por último uma profissional e geral, sem, no entanto haver rupturas aparentes em cada uma delas. Os programas de integração por outro lado aproximam-se mais da perspectiva de formação integrada, pois pretende romper com a lógica o qual submete a educação ao mercado. em relação à formação integrada, os avanços em termos de políticas públicas ainda são incipientes, o que não oferece oportunidades para se atuar numa perspectiva contra-hegemônica, no sentido de emancipar o sujeito, de formar o ser humano integral, ominalteral.

 

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